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Seminário discute profissionalização de gestão no sistema OAB

quinta-feira, 29 de março de 2007 às 11h09

Brasília, 29/03/2007 – A tesouraria é a parte mais sensível da máquina chamada Ordem dos Advogados do Brasil e de seu funcionamento eficiente depende a realização de uma gestão mais competente da entidade. Com esta observação, o presidente nacional da OAB, Cezar Britto, abriu hoje (29) o IV Seminário de Diretores-Tesoureiros e Contabilistas – a estrutura financeira e contábil da OAB, que está sendo realizado na sede do Conselho Federal da entidade durante todo o dia, com participação dos tesoureiros das 27 Seccionais da OAB no País. A profissionalização da gestão do sistema OAB é o principal objetivo em discussão no seminário. A secretária-geral e o diretor-tesoureiro do Conselho Federal da Ordem, Cléa Carpi da Rocha e Ophir Cavalcante Junior, respectivamente, participam do evento.

Em palestra aos diretores-tesoureiros das Seccionais, Ophir Cavalcante Junior afirmou que “é fundamental na OAB que se tenha hoje uma visão de profissionalização da gestão, a que não estamos acostumados”. Essa gestão, conforme observou, deve integrar todo o sistema OAB – composto por Conselho Federal, Conselhos Seccionais e Subseções da entidade, que hoje são de cerca de 1 mil unidades em todo o país, representando mais de 600 mil advogados.

“Ninguém vai ensinar nada a quem quer que seja; vamos compartilhar experiências, idéias bem sucedidas, enfim, criar um sistema OAB de gestão, esse é o primeiro passo que, necessariamente, passa pelo coração de toda a Ordem, que é a área financeira”, observou o diretor-tesoureiro do Conselho Federal. Para Ophir, a tesouraria deixa de ser, nesse contexto, um mero local onde se paga e recebe. “Ela passa a ter uma importância fundamental dentro da OAB, para que possamos ter um sistema sério, hígido e cada vez mais integrado, como se fosse um só, mas respeitando-se a autonomia de cada unidade”, salientou ele.

Na abertura, o presidente da entidade, Cezar Britto, também sublinhou a importância da profissionalização da gestão financeira do sistema OAB. Segundo observou, a entidade, “para acertar, precisa estar profissionalizada, precisa saber como funciona sua máquina e fazer com que essa máquina funcione muito bem”. Ele acrescentou: “A parte mais sensível dessa máquina é a tesouraria, pois é ela quem faz com que funcione boa parte das nossas atividades; de forma que sem uma boa tesouraria não se consegue executar os projetos administrativos e parte dos projetos políticos; com uma tesouraria ruim podemos perder o que há de mais importante na OAB, que é a credibilidade externa”.

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