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OAB-PA e movimentos sociais cobram justiça no caso Dorothy

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007 às 07h00

Belém (PA), 14/02/2007 - A Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Pará e representantes de movimentos sociais entregaram nesta terça-feira ofício à governadora do Pará, Ana Júlia (PT), reivindicando segurança no campo, o fim de conflitos por terra no Estado e agilidade no julgamento dos acusados de serem os mandantes da morte da missionária norte-americana Dorothy Stang, em 12 fevereiro de 2005, no município de Anapu (PA). A medida integra a programação em memória da irmã Dorothy, pelo transcurso do segundo ano do crime que a vitimou.

A OAB-PA participou de toda a programação, juntamente com agricultores e representantes de instituições ligadas à defesa dos trabalhadores rurais, "não só lembrando a morte da missionária, mas acompanhando e ajudando a efetivar o trabalho que ela executou em vida", afirmou a presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-PA, Mary Cohen. A missionária foi morta com seis disparos de arma de fogo na região da Transamazônica no Pará. O caso segue sendo acompanhado pela OAB-PA, que premiou o trabalho desenvolvido pela missionária com o prêmio José Carlos Castro de Direitos Humanos.

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