Busato: evento da UIA no país demonstra pujança da advocacia
Brasília, 01/11/2006 – O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Roberto Busato, afirmou que a realização no Brasil do 50º Congresso da União Internacional dos Advogados (UIA) significa o reconhecimento da pujança da advocacia brasileira e da OAB, “que é tida como uma das organizações mais perfeitas da advocacia organizada do mundo”. A afirmação foi feita por Busato durante a cerimônia de abertura do Congresso, realizado em Salvador, na Bahia. O evento acontece até o próximo sábado (04) e reúne no Hotel Pestana mais de 1.200 participantes de mais de 80 países. A OAB é uma das 200 Ordens e Colégios de advogados que integram a UIA e é parceira da entidade internacional no evento.
“Ao realizarmos o maior congresso mundial de advogados no Brasil temos o sinal de que a OAB se ombreia às maiores instituições internacionais da advocacia”, afirmou Busato, que participou da sessão de abertura do Congresso da UIA, juntamente com diretores da OAB Nacional, do ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, e da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie. Também participaram da sessão realizada no Teatro Castro Alves o presidente do 50º Congresso da UIA, o advogado e ex-presidente do Conselho Federal da OAB, Reginaldo Oscar de Castro, o presidente da Seccional da OAB da Bahia, Dinailton Oliveira, além de advogados e presidentes de Ordens de inúmeros países.
Ao comentar a chegada do advogado brasileiro Paulo Lins e Silva à Presidência da UIA – cargo que assume na próxima sexta-feira (03) –, Roberto Busato afirmou que Lins e Silva palmilhou este caminho. “Trabalhou muito para chegar até aqui e a advocacia brasileira vai demonstrando a sua pujança por meio dele e de outras entidades em que temos cargos de relevância”, acrescentou Busato.
Paulo Lins e Silva foi eleito com 85% dos votos dos delegados da UIA no ano de 2002 e assume o cargo em substituição ao advogado Delos Lutton, dos Estados Unidos. A entidade internacional tem direito a voz na Organização das Nações Unidas e em outras organizações, como a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização Mundial do Comércio (OMC).
