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"Torturou tem que pagar", diz Sergio Cabral durante Conferência da OAB

quarta-feira, 12 de novembro de 2008 às 20h44

Natal (RN), 12/11/2008 - "Torturador tem que ser punido. Tortura não é crime político, é um crime abominável, que tem que se julgado e punido. Para isso não há perdão, não tem desculpa. Torturou, tem que pagar". A afirmação foi feita pelo jornalista e escritor, pai do governador do Rio de Janeiro e um dos fundadores do jornal O Pasquim, Sergio Cabral. Ele esteve hoje (12) no estande montado pela Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Rio de Janeiro na XX Conferência Nacional dos Advogados, para um bate-papo no espaço que imitou um tradicional "boteco" carioca. Também participaram do encontro no Centro de Convenções de Natal o presidente nacional da OAB, Cezar Britto, a secretária-geral da OAB Nacional, Cléa Carpi da Rocha, o presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, e o presidente da Federação Argentina de Colégios de Advogados (Faca), Carlos Alberto Andreucci, além de dirigentes de Seccionais, advogados e conselheiros federais e estaduais.

Antes de conversar descontraidamente com os advogados, para quem contou histórias típicas do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral defendeu o julgamento dos casos de torturadores do período da ditadura militar como crime comum. Ação para apurar se tais crimes são ou não comuns e, logo, imprescritíveis, foi ajuizada pela OAB junto ao Supremo Tribunal Federal. "É crime comum, que não merece nenhum tratamento especial", disse Sergio Cabral ao presidente nacional da OAB.

Wadih Damous entregou a eles a camiseta com a logomarca da entidade confeccionada especialmente para a Conferência. Nela, o slogan da OAB-RJ aparece juntamente com dois dos símbolos do Rio: o morro do Pão de Açúcar e o calçadão de Copacabana. Britto e Andreucci tiraram o paletó e vestiram a camisa do Rio. Depois, Wadih ergueu um brinde ao sucesso da Conferência.

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