OAB-BA: governo Lula precisa criar empregos no país

terça-feira, 31 de outubro de 2006 às 07:30

Salvador, 31/10/2006 – O presidente da Seccional da Bahia da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Dinailton Oliveira afirmou hoje que o presidente reeleito da República, Luiz Inácio Lula da Silva, precisa, com urgência, promover políticas públicas que gerem e distribuam renda e emprego. Ele destacou a Bahia onde a advocacia passa por dificuldades, “reflexo do quadro geral de carências que envolve a região e que tem como um de seus subprodutos um Judiciário lento e ineficiente”. Dinailton Oliveira lembrou,ainda, que “a reeleição de Lula expressivamente votado pelo povo do Nordeste – particularmente o da Bahia -, enche de esperanças os setores mais carentes da população brasileira e aumenta a expectativa e o clamor por investimentos na área social, sobretudo em educação e saúde.”

Segue a nota do presidente da OAB da Bahia:

“A reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, expressivamente votado pelo povo do Nordeste – particularmente o da Bahia -, enche de esperanças os setores mais carentes da população brasileira e aumenta a expectativa e o clamor por investimentos na área social, sobretudo em educação e saúde.

A correção de disparidades regionais, que inviabiliza a emancipação econômica do Nordeste, compromisso histórico sistematicamente relegado por sucessivos governos da República, foi sustentada como prioridade pela coligação vitoriosa nas eleições.

A seccional baiana da Ordem dos Advogados do Brasil, ao tempo em que cumprimenta o Presidente reeleito e parabeniza o povo brasileiro por sua conduta ordeira e exemplar no curso do pleito, se associa às expectativas reformistas expressas no resultado das urnas. Vencidos e vencedores têm agora, dentro do papel institucional que o eleitor lhes atribuiu, de governo e oposição, o compromisso comum de promover o progresso e o bem-estar da população brasileira – sobretudo de seus setores mais carentes.

O país necessita de políticas públicas que gerem e distribuam renda e emprego – em especial a Bahia, onde a advocacia passa por dificuldades, reflexos do quadro geral de carências que envolve a região e que tem como um de seus subprodutos um Judiciário lento e ineficiente.
Urge acima de tudo universalizar e aprimorar a educação, bem supremo que promove a cidadania e dignifica o ser humano.

Por fim, um reconhecimento à eficiência da Justiça Eleitoral, que garantiu um pleito limpo e com apuração rápida de seus resultados."